Detran DF


O Sesc-DF realizará a 24ª edição da Mostra Nacional Sonora Brasil, no dia 3 de novembro, às 20h, com a temática Líricas Femininas - a presença da mulher na música brasileira. Com transmissão pelo canal do Youtube do Sesc-DF, a mostra apresentará os grupos Choro Prosa, Tamá Freire e Bumba Meu boi



O projeto Sonora Brasil Sesc será realizado de forma virtual e tem como objetivo difundir a diversidade da música, valorizando a autenticidade de obras, compositores e intérpretes. A partir de recortes temáticos o projeto tem como objetivo contribuir para a visibilidade e a memória da cultura musical do país. "Essa temática das líricas femininas permite a valorização das composições de mulheres de todo país e a divulgação para que população do DF conheça artistas de outras regiões", explica a analista de Cultura do Sesc-DF Angélica Beatriz.

Em âmbito nacional, o projeto conta com a participação de cerca de 100 mulheres compositoras e 20 etnias indígenas de 21 estados brasileiros e Distrito Federal. Ao tratar da presença da mulher na música brasileira, o Sonora Brasil aborda o viés sociológico da representatividade de gênero, dando enfoque à presença feminina no desenvolvimento da música brasileira.

Sonora Brasil 2021 - Líricas Femininas - A presença da mulher na música brasileira
Grupo Choro Prosa, Tamá Freire e Bumba Maria Meu Boi.
Apresentadora: Ana Luiza Bellacosta
Dia: 03/11
Horário: 20h
No Youtube do Sesc/DF

Grupo Choro Prosa (DF)
Juçara Dantas (violão), Mariana Sardinha (cavaquinho), Jéssica Carvalho (pandeiro), Thanise Silva (flauta) e Alessandra Terribili (voz).
O Choro Prosa mescla choros instrumentais e cantados para contar histórias que contextualizam o choro, seus compositores e intérpretes. Nesta edição do Sonora Brasil Líricas femininas, o grupo realizará uma homenagem a uma pioneira da música em Brasília: a pianista, professora e compositora Neuza França, uma mulher fundamental para o desenvolvimento histórico da música no Distrito Federal. O grupo é formado por: Juçara Dantas, violonista, professora da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello. Mariana Sardinha, cavaquinista, graduanda em Licenciatura em Música (UnB). Jéssica Carvalho, pandeirista, rabequeira e cavaquinista entusiasta da cultura popular e das rodas de choro brasilienses. Thanise Silva, flautista, arranjadora e compositora brasiliense, professora na Escola de Música de Brasília. Alessandra Terribili, cantora e compositora, pesquisadora e entusiasta da música brasileira.

Tamá Freire e Bumba Maria Meu Boi (DF)
Tamá Freire (voz e maracá), Larissa Umaytá (pandeiro), Jacy Freire (matraca) Paula Gomes (matraca), Carolina Freire (pandeiro), Dulcima Ferreira (pandeiro).

Tamá Freire é educadora, brincante, cantora, compositora e sambista. Filha dos Mestres Teodoro Freire e Maria Sena, Tamatatíua começou sua trajetória na cultura popular aos 12 anos, quando começou a brincar no Bumba Meu Boi, como índia, e mais tarde indo para o cordão, tocar matraca e maracá. Em 2001, compôs sua primeira toada, e com a benção de Seu Teodoro, passou também a compor e cantar as toadas do Boi. Além do Boi, Tamá tem uma relação íntima com o carnaval e com o samba do Distrito Federal. Em 1985 desfilou como baianinha pela Acadêmicos da Asa Norte. Em 2009, retornou à escola, dessa vez como compositora. O amor pela cultura tão enraizada em sua família e a saudade de seu pai, fez Tamá transformar a trajetória de Seu Teodoro em um trabalho de conclusão de curso, em 2000. A publicação serviu de base ao documento para conceder ao Mestre Teodoro Freire o título de Patrimônio Cultural e Imaterial do Distrito Federal. Tamá dedica-se a ministrar oficinas em projetos de cultura popular e é diretora artística do Bumba Maria Meu Boi.
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Eduardo Santos

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