Hermeto comemora aprovação no Senado Federal de recomposição salarial para policiais e bombeiros do DF - Correio do Poder

23 de setembro de 2020

Hermeto comemora aprovação no Senado Federal de recomposição salarial para policiais e bombeiros do DF


A MP nº 971 garantiu a recomposição salarial para policiais militares e civis e bombeiros da capital. O distrital Hermeto participou como articulador e incentivador

O deputado distrital Hermeto (MDB) comemorou junto a tropa a aprovação no Senado Federal da Medida Provisória n° 971, de 2020, que prevê a recomposição salarial para policiais civis e militares e bombeiros do Distrito Federal, Amapá, de Rondônia e Roraima.

Durante sessão realizada nesta terça-feira (22/9), os parlamentares se posicionaram a favor do relatório elaborado pelo senador izalci Lucas (PSDB). Com a decisão, os servidores têm a recomposição e não precisam devolver nenhuma parte das verbas que vinham recebendo desde janeiro de 2020.

 “Essa medida chegou a ser editada em 2019, mas, por questões orçamentárias, precisou ser adiada. Por ser Fundo Constitucional, teve de ser aprovada pelo Congresso Nacional. O meu voto é pelo atendimento de relevância e urgência da medida provisória”, afirmou Izalci Lucas.

O distrital Hermeto participou como articulador e incentivador por meio de conversas nos bastidores da política e apoio nas redes sociais. Dois dias antes da aprovação no senado se reuniu com o deputado federal Luís Miranda (DEM) para tratar do assunto.

“Quero reiterar meu compromisso de continuar dialogando com a área federal no intuito de garantir a apreciação e a elaboração de um Projeto de Lei que venha contemplar as referidas emendas.” Hermeto postou em suas redes sociais.

A fim de evitar que a matéria retornasse para a Câmara dos Deputados, o relator rejeitou todas as emendas apresentadas na Casa.

Embora os parlamentares do Congresso tenham sugerido 74 emendas à MP, ela passou sem nenhuma das sugestões feitas ao longo do processo de discussão acerca da recomposição. Essa foi a solução encontrada para que o texto fosse votado a tempo de não caducar.

O prazo final para a votação era esta terça-feira (22/9). Assim, houve uma corrida contra o tempo para que não houvesse questionamentos ou possibilidade de reprovação.

Por Larissa do Vale.

Com informações do Portal Metrópoles.


 

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