Detran DF


Depois de ganhar em Assunção por 2x0, o Fluminense recebeu o Cerro Porteno para o jogo da volta


Por Raimundo Ribeiro

Com essa vantagem, o time entrou em campo tranquilo e com 10 minutos já era possível enxergar que o Cerro não tinha condições de nos impor dificuldades.

Apesar da fragilidade técnica e tática do adversário, o Fluminense também não forçou e com isso, nas poucas vezes que atacamos, Fred marcou de pênalti.

Depois disso, o Cerro se esforçava para atacar mas parava nas suas próprias limitações enquanto o Fluminense nos enervava com uma falta de ambição, parecendo que estavam cumprindo, de má vontade, a obrigação de estar no Maracanã defendendo as cores do Fluminense.

No segundo tempo, a falta de ambição aumentou e nosso time continuou atuando de modo burocrático e em nenhum momento mostrou vontade de jogar e fazer gols.

Era um jogo contra um adversário fraco, sem pressão nenhuma, propício para fazer muitos gols, melhorar o saldo, e fazer os adversários futuros temerem nos enfrentar. Mas para isso é necessário ter um comandante que conduza a equipe e isso nós não temos, nem no papel de presidente, nem no de técnico de campo.

Com isso, os jogadores perderam mais uma oportunidade de escrever seus nomes na história tricolor, pois ninguém lhes ensina que a história do Fluminense é construída com  muita luta pela vitória e vitórias incontestáveis.
Para quem conhece nossa história, sabe porque reverenciamos Castilho, Telê, Félix, Marco Antônio, Samarone, Cafuringa, Mickey, Flávio, Edinho, Cláudio Adão, Rivelino, capita, PC caju, Gil, Deley, Paulo Victor, Duílio, Dom Romero, cafuringa, Washington (os 2), Assis, Ézio, Deco, Gum, Conca, Fred e tantos outros.

Notem que, com exceção de Fred, não relacionei nenhum dos jogadores atuais e isso se deve porque ainda não apresentaram nada(atuações e títulos) para merecer a reverência.

Os treinadores também são reverenciados e o maior deles, Parreira.

Voltando ao jogo, acreditem, o Roger deixou Nenê e Fred até os 30 minutos do segundo tempo.

Temo que a mediocridade da nossa falta de comando contamine até a nova geração como Kayke que entrou faltando 20 minutos e errou todos os passes, parecendo já ter se deixado contaminar, numa atuação abaixo de medíocre.
Enfim, seguimos em frente. Que venha o Barcelona de Guayaquil.

Bora FLUZÃO!

*Raimundo Ribeiro é apaixonado por futebol e naturalmente tricolor.
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Walter Britto

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